Resenha de Hello Its Me
Qual seria a sua reação se o seu eu de 17 anos aparecesse em sua vida? Logicamente, de início causaria muito espanto. Mas essa sua versão estaria orgulhosa da pessoa que se tornou? Foi esse o questionamento que ficou em minha mente quando assisti esse drama.
O dorama conta a história de Ban Hani (Choi Gang Hee), uma mulher de 37 anos, solteira e que ocupa uma vaga temporária no trabalho, o que a deixa sempre angustiada com a possibilidade de ser demitida. Um dia, Ban Hani (Lee Re) de 17 anos do passado, chega a Hani de 37 anos. As duas, apesar de serem a mesma pessoa, tem personalidades totalmente diferentes. Aos 17 anos, Ban Hani é uma adolescente brilhante, otimista, popular, amada por todos, e que provavelmente terá um futuro brilhante na indústria do entretimento que tanto sonha e que além de tudo isso, salva os fracos e oprimidos da mão do valentão da escola (que tem os 4 pneus arriado por ela). Distintamente da sua versão mais velha que é servil, nunca diz o que a incomoda, pede desculpas a cada segundo, não tem trabalho fixo, casa ou vida social, e que incluso, mora com sua irmã mais velha que a faz de empregada e ainda acha que está fazendo muito.
Logo de cara me simpatizei bastante com as duas personagens e até me identifiquei com ambas em alguns aspectos. A Ban Hani de 37 anos se sente muito culpada pelo que aconteceu ao seu pai, com quem tinha uma relação muito bonita. A Hani de 17 anos, venho para salvar e fazer com que sua versão mais velha volte a se amar e se perdoe, ela só percebe isso no decorrer da trama, assim como nós telespectadores vemos a ascensão de uma sem brilho, a uma mulher incrível e cheia de si!
O que mais me cativou nessa produção, é que ela não é daquelas focadas em relacionamentos rasos que tem por objetivo fazer com que a personagem principal encontre um homem que mudará a sua vida. Pelo contrário, o relacionamento que é construído é dela com ela mesma. Mas é claro, que há momentos que animam nosso coração shippador, incluindo na trama o Han Yoo Hyun (Young Kwang Kim) que se tornou um homem mais maduro ao conviver com a Hani e que esteve ao seu lado em momentos difíceis.
Enfim, uma lição que ficou desse drama (ao menos para mim) é que com certeza, a minha versão de 17 anos teria orgulho da mulher que estou me tonando, e que apesar de aos meus 22 anos não ter realizado nem a metade do eu sonhava nessa idade, continuo lutando pelos meus objetivos por mais distantes que pareçam estar. É um drama leve que trará conforto ao seu coração, pode não ser o melhor de 2021, mas cumpre seu papel principal de nos fazer refletir sobre o quão especial somos e que sempre podemos dar a volta por cima.
Logo de cara me simpatizei bastante com as duas personagens e até me identifiquei com ambas em alguns aspectos. A Ban Hani de 37 anos se sente muito culpada pelo que aconteceu ao seu pai, com quem tinha uma relação muito bonita. A Hani de 17 anos, venho para salvar e fazer com que sua versão mais velha volte a se amar e se perdoe, ela só percebe isso no decorrer da trama, assim como nós telespectadores vemos a ascensão de uma sem brilho, a uma mulher incrível e cheia de si!
O que mais me cativou nessa produção, é que ela não é daquelas focadas em relacionamentos rasos que tem por objetivo fazer com que a personagem principal encontre um homem que mudará a sua vida. Pelo contrário, o relacionamento que é construído é dela com ela mesma. Mas é claro, que há momentos que animam nosso coração shippador, incluindo na trama o Han Yoo Hyun (Young Kwang Kim) que se tornou um homem mais maduro ao conviver com a Hani e que esteve ao seu lado em momentos difíceis.
Enfim, uma lição que ficou desse drama (ao menos para mim) é que com certeza, a minha versão de 17 anos teria orgulho da mulher que estou me tonando, e que apesar de aos meus 22 anos não ter realizado nem a metade do eu sonhava nessa idade, continuo lutando pelos meus objetivos por mais distantes que pareçam estar. É um drama leve que trará conforto ao seu coração, pode não ser o melhor de 2021, mas cumpre seu papel principal de nos fazer refletir sobre o quão especial somos e que sempre podemos dar a volta por cima.

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